
No entanto, como pode ver na imagem, na grande Cidade do México, de 24 milhões de pessoas, cada hora e cada dia não se nota qual é diferença entre hora de ponta e hora de "desponta"!
As filas intermináveis de carros, o ruido ensurdecedor, enfim, a tão famosa poluição sonora e ambiental. Porém, é engraçado ver e observar a reacção dos condutores: não há irritação, não há nervosismo nem se perde a cabeça como acontece no nosso jardim à beira mar plantado!!!
Na reunião que tivemos os espiritanos na Cidade do México, numa das tardes, ausentei-me para visitar um padre comboniano que já não o via desde 2002, quando terminei o meu estágio missionário em Moçambique. No caminho de regresso ao Centro de Estudos e de Ajuda à Igreja Indígena (CENAMI), tomei um táxi. Depois de passar em algumas ruas de esta grande Cidade, subitamente o táxi onde eu viajava foi tocado pelo parceiro do lado. De imediato o condutor travou, e cá pensei eu para os meus botões: "vai haver discussão e vão passar das palavras às vias de facto!!! É cá um verdadeiro filme!!!"
Para meu espanto, uma breve troca de palavras e um pedido de desculpas solucionou o choque. A amolgadura estava solucionada com três pitadas de palavras. Fiquei dentro do táxi, cogitando e pensando: ora vês, a vida até é simples! Toma e embrulha!!!
«O encanto de um homem é a bondade; mais vale o pobre que o mentiroso.» Pbr. 19,22
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